A Vantico, empresa de especializada em segurança ofensiva, decidiu apoiar o Hack in Brasil com um objetivo claro: ampliar presença de marca para além do seu território atual e se conectar de forma mais próxima com o público técnico de segurança da informação.
Nós falamos com Kaique Bonato, CEO e fundador da Vantico.
Em um mercado cada vez mais competitivo, patrocinar comunidades especializadas não é apenas uma ação de marketing institucional. É uma escolha estratégica de posicionamento, relacionamento e construção de reputação dentro do ecossistema.
Marca e posicionamento no público certo
Para a Vantico, o alinhamento com o Hack in Brasil acontece de forma natural: o evento reúne profissionais de TI e segurança da informação, exatamente o público com o qual a empresa deseja dialogar. Esse contexto gera visibilidade qualificada, com potencial real de reforçar lembrança de marca em um ambiente técnico e relevante.
Até o momento, os benefícios percebidos se concentram principalmente em dois eixos: visibilidade e fortalecimento de branding. Ainda que não tenha havido retorno direto em formato de leads ou contratações, a percepção da empresa é que o investimento contribui para construir presença de longo prazo.
Ecossistema local e geração de oportunidades
A Vantico também destaca um ponto essencial para o setor: a parceria com comunidades locais ajuda a criar conexões entre participantes e amplia a possibilidade de entrada de novas pessoas no mercado. Essa dinâmica fortalece o ecossistema porque aproxima quem está começando de quem já atua em posições estratégicas.
Na prática, comunidades como o Hack in Brasil funcionam como espaços de transição entre estudo e carreira. Para muitos profissionais, é o primeiro contato direto com referências da área, com potenciais mentores e com discussões reais sobre desafios de segurança.
Formação de talentos e redução do gap
Na visão da empresa, iniciativas desse tipo podem, sim, ajudar a reduzir o gap de profissionais em cibersegurança, embora os resultados não sejam imediatos. Existe um tempo natural para que conexões amadureçam, para que empresas encontrem esses talentos e para que esses profissionais consigam se inserir no mercado.
Ainda assim, o movimento é considerado necessário. Sem ambientes de encontro, troca e exposição técnica, a distância entre demanda do mercado e formação de novos profissionais tende a aumentar.
Diversidade, inclusão e impacto real
Outro destaque feito pela Vantico é o papel do Hack in Brasil como porta de entrada para novas vozes no setor. Ao abrir espaço para novos participantes e palestrantes, a comunidade contribui para um ambiente mais diverso e inclusivo, com mais representatividade e circulação de perspectivas.
Quando a empresa resume o principal valor da parceria, a resposta é objetiva: fortalecimento de marca aliado ao apoio a um evento que conversa diretamente com seu core. E, como reflexão final, fica a percepção de que o impacto vai além dos indicadores tradicionais de curto prazo.
Conclusão
A experiência da Vantico reforça uma leitura importante para o mercado: patrocinar comunidades técnicas é investir em reputação, em relacionamento com o público certo e na sustentabilidade do próprio ecossistema de segurança. Mesmo quando o retorno direto ainda não aparece, o valor estratégico da conexão com a comunidade já se mostra concreto.
Fotos